DC New 52 – Stormwatch rules!!!!
Desde que anunciaram o reboot da DC e, especialmente, quando foi anunciada uma HQ do Stormwatch, minhas esperanças quanto ao reboot aumentaram consideravelmente. Esse aumento de esperança foi extremamente qualitativo e a razão é relativamente simples: com a incorporação da Wildstorm pela DC e a reconfiguração de personagens e grupos de personagens na (nova) DC, nada mais natural que o houve de melhor na Wildstorm fosse devidamente tratado com toda pompa merecida. E estou me referindo ao antigo The Authority – do qual sou fã de carteirinha e leio e releio sempre os encadernados lançados no Brasil. A proposta de Paul Cornell e Miguel Sepulveda era retomar @s personagens do Authority com uma leve roupagem nova, mais adequada ao Universo DC. Mas a essência estava toda lá: Jack Hawksmoor (o rei das cidades, com um poder dos mais criativos nas histórias das histórias em quadrinhos), a Engenheira, Apolo & Meia Noite e Jenny Quantum (um dos bebês do século), mas acrescidos do Caçador de Marte (que combinou e muito, em minha opinião!). Ainda faltam Swift e o Doutor, mas em compensação fomos apresentados a Adam One, a Projecionista e ao Espadachim. E a dinâmica maluca natural do Authority permaneceu. E é o que importa!
Este Stormwatch continua a ser uma espécie de observatório meta humano cujo objetivo fundamental é proteger a Terra de ameaças “alternativas”. Neste primeiro arco de histórias, Paul Cornell nos apresentou o recrutamento de Apolo e de tabela de Meia Noite e, para não perder o costume, temos de tudo que é metafisicamente espetacular e maluco nas histórias deste (novo) Stormwatch: a lua querendo “destruir” a Terra, Adam One – líder do Stormwatch – sofrendo de desequilíbrios psíquicos, um agente infiltrado na equipe, muita luta das boas mesmo e o desenvolvimento d@s personagens de forma coerente. Uma das diferenças entre o Authority e este Stormwatch é sua nave. E, na edição #6 da revista Stormwatch, Paul Cornell apresentou a diferença significativa e, veja bem, gostei demais!!! Enquanto a Balsa era uma verdadeira amiga do Authority, a atual nave…bom, leiam a história!
Definitivamente, Stormwatch é uma das minhas revistas preferidas deste DC New 52, ao lado de Action Comics, Batwoman, Liga da Justiça Sombria e Lanterna Verde (algumas revistas não estou lendo, por vontade própria, como Homem Animal, Batman, Batman & Robin, entre outras, aguardando compra-las em encadernados). Inclusive, pretendo comprar o encardenado destas primeiras edições da revista do Stormwatch assim que sair pela DC. Caso ainda não tenha lido as edições do Stormwatch sugiro enfaticamente que inicie a leitura imediatamente – das seis primeiras edições – para apreciar uma excelente HQ de ficção científica. Para tanto, clique aqui e boa leitura e divertimento! E claro, não esquecendo que o trabalho de diagramação e tradução de algumas das HQ’s foram feitas pelo pessoal do Darkseid Club, Tropa BR e Só Quadrinhos.
Aos cabeças duras de plantão!
Comercial das antigas que reencontrei bisbilhotando o Youtube. Para quem gosta (e também não gosta) de futebol é genial!
Justiça Jovem: download dos episódios 05 a 18
Justiça Jovem – ao lado dupla série da Liga da Justiça e Liga da Justiça Sem Limites – são minhas séries animadas favoritas. Roteiros dinâmicos e com conteúdo. Personagens cativantes e com estruturas psicológicas diferenciadas e tramas envolventes. Tanto no caso da série da Liga da Justiça quanto da Justiça Jovem não havia como não dar certo. Até a escolha das personagens principais pra trama da animação. Quando assisti a um dos primeiros episódios e vi Zatara como membro da Liga da Justiça de imediato comecei a torcer para que Zatanna – uma das minhas 5 personagens femininas favoritas e que sonho que Grant Morrisson volte a escrever HQ’s dela como foi o caso em Sete Soldados da Vitória – também surgisse na animação e, principalmente, se juntasse ao grupo composto por Miss Marte, Aqualad, Robin, Superboy, Kid Flash, Artemis e – de forma coadjuvante, Arsenal – e Zatanna integra dois episódios de Justiça Jovem (e causa um impacto no Robin!).
A série, entretanto, tem apresentado seus episódios no Cartoon Network a duras penas, com intervalos enormes entre episódios muitas vezes. Prefiro assistir na TV os episódios, mas como sei que tem muit@ nerd sem vergonha que gosta de baixar e assistir pelo computador mesmo, deixarei os episódios 05 a 18 para download aqui no Cabaré das Ideias. Fico imaginando como seria bacana se a DC/Warner/Panini lançasse aqui no Brasil um Box com os DVD’s da primeira temporada e uma revista em quadrinho como “brinde”. Eu seria um dos primeiros a comprar, mas vejo que falta criatividade, boa vontade e vontade de inovar no mercado de DVD’s e Blu-Ray no Brasil. Daí ficamos reféns de Box de DVD’s sem graça. Mas deixa pra lá, segue abaixo os episódios para download. E caso queira baixar os quatro primeiros episódios clique aqui. E boa diversão!
1×05 – Schooled. Link.
1×06 – Infiltrator – Link.
1×07 – Denial – Link.
1×08 – Downtime – Link.
1×09 – Bereft – Link.
1×10 – Targets – Link.
1×11 – Terrors – Link.
1×12 – Homefront – Link.
1×13 – Alpha males – Link.
1×14 – Revelation – Link.
1×15 – Humanity – Link.
1×16 – Failsafe – Link.
1×17 – Disordered – Link.
1×18 – Secrets – Link.
Belas e Inspiradoras no Cinema e TV
Todo nerd de merda que se preze já sonhou diversas vezes e homenageou inúmeras atrizes do cinema e da televisão. E não fui nenhum pouco diferente neste caso. Fazendo uma lista de filmes que gostaria de ver novamente – os famosos cráçicos – me deparei lembrando de personagens femininas marcantes. No caso, as minhas preferidas eram – em geral – meio deliciosamente malucas, inteligentes e divertidas ou certinhas, inteligentes e maravilhosas ou tudo isso e um pouco mais em cada uma, além de “sexy’s”. Fiz uma pequena lista que não tem nada a ver com Top 5, mas reflete bem os devaneios nerds que tive ao longo de muitos anos.

Nem preciso dizer nada, né? Princesa Leia - escrava de Jabba, the Hutt, povoa as mentes depravadas de mais de 90% dos nerds do mundo.

Dana Scully. Sempre tive queda por ruivas e Dana Scully - por todo seu conjunto de charme, inteligência e sensualidade me fisgaram e me converteram imediatamente a fiel telespectador de Arquivo X.

Sean Young, a mais bela replicante da história, foi uma paixão nerd de infância e perdura até hoje. Sorte do Deckard!
Exterminador do Futuro. Missão? Salvar Jesus!
Assistam a essa comédia sci fi fundo de quintal reunindo um T-800 buscando salvar Jesus há uns milênios atrás. Melhores momentos: Jesus é interrompido em um sermão pelo T-800 que dispara em soldados romanos. E quando o Exterminador identifica Judas Iscariotes entre os Apóstolos e o alveja com um tiro do seu trabuco. “Fui enviado para te proteger”, diz o Exterminador. E lá vai o pobre Jesus ter de ressuscitar Judas para, logo em seguida, o Exterminador voltar a alveja-lo. Infame demais.
Donnie Darko – filme alucinado pra se ver e bom pra se escutar
Sempre digo que para existir um bom filme é fundamental que exista uma boa trilha sonora. Filmes com roteiros pouco usuais e com imensas liberdades criativas para não dizer maluquices espetaculares talvez necessitem ainda mais de boas trilhas sonoras. E quando se junta o útil com o agradavelmente necessário todos ganham. É o caso do clássico cult “Donnie Darko” - que me pergunto se adentra no gênero ficção científica e acredito que sim – filme de 2001 (muito bem) escrito e dirigido por Richard Kelly e estrelado pelo ainda desconhecido Jake Gylenhaal. A premissa da história é relativamente simples: para evitar uma tragédia o herói precisa voltar no tempo. Neste caso, não há nada de original, mas reside na forma como é contada essa “viagem” no tempo (e o motivo para que o herói faça essa viagem) a originalidade do roteiro.
“Donnie Darko” tem um claro e intencional clima oitentista. A própria trilha sonora do filme é toda oitentista. Basta saber que nela estão incluídos patrimônios da década de 1908 como “INXS”, “Tears For Fears” ou “Oingo Boingo”. A trilha sonora funciona como o grande combustível para o delírio roteirizado: sujeito fantasiado de coelho atuando como uma alucinação que interage com o protagonista do filme e o alerta da tragédia que é o futuro – futuro representado pela morte, mas que morte e que representa essa morte? -, buracos de minhoca literalmente “saídos” do nada ou de qualquer coisa (como uma barriga) e, claro, a boa e velha hipocrisia social estadunidense, especialmente localizada nas escolas secundaristas.
“Donnie Darko” é um filme que reflete a angústia da solidão, mas de uma forma não piegas. E mostra que muitas vezes temos de aceitar o “destino” – o que quer que seja isso – para que preservemos algo que existe lá dentro de cada um e que somente um coelho gigante saído de um delírio poderia nos orientar a procurar. Como não consigo encontrar a trilha sonora em CD, vou deixar disponível para download para que as leitoras e os leitores do Cabaré das Ideias possam apreciar não apenas o filme – que pode ser encontrado facilmente em vídeo-locadoras – mas também possam escutar essa trilha sonora fantástica. Caso se interesse em fazer o download clique aqui. E bom delírio!
Top 5 Melhores Discos de Rock N’ Roll e o que beber para acompanhar os Discos
Para não perder o costume, outro Top 5 aqui no Cabaré das Ideias. Nem vou me repetir com as justificativas de porque todo Top 5 é difícil e mimimi. Mas agora tem uma diferença: este Top 5 de discos de Rock N’ Roll será norteado com sugestões de bebidas para apreciar melhor as músicas. Então vamos ao que interessa realmente!!! Discos clássicos com suas capas também clássicas.
5. Nevermind do Nirvana
Lançado em 1991, “Nevermind” do Nirvana foi – de certa forma – um divisor de águas na história do rock. Som pesado, voz estridente de Kurt Cobain e uma sonoridade variada que resgatou de verdade o espírito livre de “fazer rock n’ roll”. Para um disco tão bom – que está em todas as listas de 100 melhores discos de rock n’ roll de todos os tempos – com (hoje) clássicos como “Come as you are” e “Lithium”, nada mais natural que a capa desse disco também fosse antológica. E foi. Eleita pela revista Rolling Stone como a melhor capa de todos os tempos. E há como negar? Um bebê nadando – feito peixe – atrás de uma nota de 1 dólar americano presa a um anzol. É genial ou não é? E pra acompanhar este disco excelente, cerveja preta, pode ser até xingu ou caracu.
4. Selling England by the Pound do Genesis
Acho o Genesis – fase Peter Gabriel – uma das maiores bandas de Rock N’ Roll de todos os tempos, especialmente por fazer parte de um momento da música – em geral – no qual as canções eram embebidas de referências tão pouco usuais como a ficção científica (por exemplo, obras como do autor clássico de sci fi Arthur C. Clarke). E o Genesis foi um expoente desse gênero. Lançado em 1973, Selling England by the Pound foi o quinto álbum do Genesis e provavelmente o melhor. Ainda sob a liderança de Peter Gabriel, a banda conseguiu atingir o auge do experimentalismo progressivo que marcaria a banda nessa fase setentista. E a música “Dancing with the Moonlit Knight” com 8:02 de duração é um dos maiores clássicos do rock progressivo e está tranquilamente num Top 5 de Músicas de Rock Progressivo. E para acompanhar esse disco, nada melhor que um bom cointreau em copo de requeijão. E para comer? Nada. Tem de estar com a mente em Marte para acompanhar essa viagem musical que é o disco como um todo.
3. Jardim Elétrico dos Mutantes
Os Mutantes, definitivamente, foram uma das maiores bandas de Rock N’ Roll de todos os tempos. E Jardim Elétrico – em minha opinião – é o auge do experimentalismo literalmente psicodélico proposto por Sérgio Dias, Arnaldo Baptista, Rita Lee, Liminha e Dinho Leme. “Jardim Elétrico” – que dá o nome ao álbum – é de uma performance musical estonteante. A vontade que tenho ao escutar esse disco é me teleportar para o sistema Vega. Os Mutantes – ao lado de Genesis, Pink Floyd, Tangerina Dream, entre outras bandas, marcam o auge do experimentalismo progressivo e o uso (um tanto quanto indiscriminado) de psicodélicos que resultaram, entretanto, em canções únicas. “Jardim Elétrico”, quarto álbum dos Mutantes, merece figurar com toda certeza neste Top 5 e para acompanha-lo nada melhor que um bom licor de uísque.
2. Let it Be dos Beatles
Sei lá, tenho até medo de escrever sobre os Beatles, ainda mais que estou neste exato momento que escrevo este post no Cabaré das Ideias, escutando uma das (ou a maior, não sei dizer) bandas de Rock N’ Roll de todos os tempos. E neste Top 5 fui obrigado por todas as fases da minha vida a incluir este disco – da fase mais madura dos Beatles e último da banda – nesta seleção que fiz de discos (e capas). Por que “Let it Be” e não outro disco dos Beatles? Talvez seja justamente por me identificar mais pela maturidade musical da banda e, possivelmente, pela maioria das minhas canções preferidas dos Beatles se encontrarem justamente neste disco. A capa não contém nada de artisticamente significativo, mas reflete a interdependência da banda, verdadeiros quadrados mágicos que funcionavam em conjunto, mas também isoladamente. Para apreciar esse disco tomaria uma garrafa de vinho uruguaio Tannat Merlot. Ao fim do disco, provavelmente a garrafa já estaria vazia e o coração também.
1. Dark Side of the Moon do Pink Floyd
O disco “Dark Side of the Moon” marca o auge do experimentalismo do Pink Floyd. No álbum, lançado em 1973, há de tudo um pouco: impressões sobre a morte, a angústia da pressão de uma sociedade marcada pela corrida desefreada por dinheiro e, o que mais me impressiona, as impressões sobre a loucura e como a mesma pode ser – de certa forma – mascarada pela aparente normalidade. “Dark Side of the Moon” é um dos discos que marcam a expressiva década progressiva de 1970 (só para lembrar, o melhor disco do Genesis – Selling England by the Pound – também foi lançado em 1973) e é apontado tanto pela crítica quanto por milhões de fãs como o maior trabalho da banda. “Dark Side of the Moon” é um marco na história da música por conseguir abrir passagem ao experimentalismo eletrônico que viria a ganhar consistência na decada seguinte, com bandas como Joy Division e, mais tarde, Underworld. “Dark Side of the Moon” é um disco para ser ouvido do início ao fim e não vejo sentido algum (além de considerar uma quase blasfêmia) ouvir as canções de forma fragmentada. É preciso sentar e apreciar, convidar amigos e amigas para ouvir junto, beber água, leite, cerveja, tequila, vodka, o que quer que seja e conversar a respeito das impressões sobre o disco. Isto é ouvir um disco, o resto é piada.
Mamute filmado na Sibéria?
Saiu no “The Sun” uma notícia da filmagem de um suposto mamute vivo na Sibéria. Fake? Independente, existe um vídeo para se visualizar a criatura – em tese extinta – atravessando um gélido rio na Sibéria. E por falar em Sibéria, quem estuda só um pouquinho de Geografia sabe bem que a Sibéria é um dos lugares mais ébrios e pouco esmiúçados do planeta. Seria possível, realmente, que ainda existissem mamutes na Terra? Seria interessante, no mínimo.





![donnie-darko-desktop-ii[1]](http://cabaredasideias.files.wordpress.com/2012/02/donnie-darko-desktop-ii1.jpg?w=480&h=360)





























Tragédia da Empregada