Arquivo da Categoria: Literatura

Resenha com Cointreau: Anno Dracula de Kim Newman

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Anno Dracula é aquele tipo de livro que surge por meio de redes sociais, a informação fica armazenada na memória e, quando menos se espera, estamos lá, afoitos devorando as páginas de uma… Read More

Vale (quase) Tudo (mesmo) para Tim Maia

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Para viajar ao México optei por comprar, no aeroporto de Guarulhos, algum livro para ler durante as oito (ou nove) horas de viagem de São Paulo à Cidade do México. Primeiramente, havia a… Read More

Resenha com Cointreau: As Crônicas de Gelo e Fogo – O Festim dos Corvos

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Quando encerrei a leitura de “As Crônicas de Gelo e Fogo – A Tormenta de Espadas” quase tive um colapso literário de tão extasiado, amargurado, ensandecido e sei lá mais o que. “A… Read More

Top 5 Ficções Históricas

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Todo Top 5 é um osso duro de roer. Em todas – digo categoricamente TODAS – as seleções de “melhores” isto ou aquilo sempre o autor desse Top 5 termina não incorporando livros… Read More

Cafés, Vinhos em Buenos Aires e o “O Chamado de Cthulhu”

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Uma das minhas propostas no mochilão que fiz pela Argentina, Uruguai e Rio Grande do Sul foi apreciar bons vinhos e cafés com boa ficção científica e pinceladas de literatura de Horror. Combinou?… Read More

H. P. Lovecraft – Contos de Horror para Download

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H. P. Lovecraft tornou-se uma assombrosa satisfação literária neste ano. Embora seja um apreciador de filmes (e não terror aborrecente) & HQ’s de Horror , tive pouco contato com a literatura de Horror… Read More

Personagens da Literatura que Gostaria de Encontrar para Tomar um Café!

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Nada melhor que personagens cativantes para deixar um livro mais saboroso, não? A literatura universal, independente do gênero literário, nos fornece um cabedal tão rico de personagens que muitas vezes podemos nos pegar… Read More

Resenha com Cointreau: O Caso de Charles Dexter Ward de H. P. Lovecraft

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Demorei muito para começar a ler a literatura de horror de H. P. Lovecraft (1890 – 1937). Sempre me indaguei da relutância. Provavelmente a relutância derive da minha aversão ao racismo do escritor.… Read More

Review com Tormenta: Crônicas de Gelo e Fogo – A Tormenta de Espadas

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Ao encerrar a leitura de “As Crônicas de Gelo e Fogo – A Tormenta de Espadas” – tijolo de mais de 884 páginas lançado pelo Editora Leya aqui no Brasil – mais uma… Read More

Resenha com Cointreau: Oliver Sacks e O Olhar da Mente

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Quando meu alter ego ainda era estudante do Mestrado em Ciência Política na UFPE em Recife ele/nós lemos um livro intitulado “Um Antropólogo em Marte” para a disciplina de Metodologia de Pesquisa. A… Read More

Resenha com Cointreau: As Axilas de Rubem Fonseca

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“Não está fácil arranjar emprego. Topo fazer qualquer coisa, mas sei que tenho problemas, como esse dente faltando na frente, um buraco feio que eu sei que causa uma impressão ruim. As pessoas… Read More

Resenha Com Cointreau: Pornopopéia de Reinaldo Moraes

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Numa escala de 0 a 10 eu acho que o Zeca, personagem escroto e tragicômico criado por Reinaldo Moraes para o livro Pornopopéia, merecia uma nota 11 ou 12. Acho que, na verdade,… Read More

A Poesia (que me transtorna) de Arnaldo Antunes

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Não sou muito fã de poesia. Na verdade, não consigo entender poesia (e consigo entender menos ainda os musicais) – com a excessão da poesia que seja musicada, por exemplo “Rosa de Hiroshima”… Read More

Rádio Ao Sugo no Cabaré das Ideias – O Segredo do Aço

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Numa verdadeira odisséia digna de Homero, cá estou, no nababesco e estrogonofico Cabaré das Ideias, compartilhando com os leitores e as leitoras deste pardieiro nerd o primeiro podcast que nosotros, Ben Hazrael, participou… Read More

Resenha com Cointreau: Os Versos Satânicos de Salman Rushdie

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Já se passaram mais de 15 anos desde que comprei meu exemplar de Os Versos Satânicos, de autoria de Salman Rushdie, publicado pela Companhia das Letras. Fama o livro e o autor tinham.… Read More

As Crônicas de Gelo e Fogo – Livro 3: a tormenta de espadas (primeiro capítulo)

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Para aqueles que encontram-se afoitos pela continuação das Crônicas de Gelo e Fogo do escritor George R. R. Martin, saiu o primeiro capítulo do Livro 3: A Tormenta de Espadas, a ser lançado… Read More

A Guerra dos Tronos – Muralha ultrapassada

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Pois bem, Guerra dos Tronos foi lido. Agora, como complemento ao artigo de Ben Hazrael, venho trazer algumas das minhas impressões sobre o livro e seriado de tv, apesar de acreditar veementemente que… Read More

A Batalha do Apocalipse: uma ficção (quase) religiosa

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Quando comprei A Batalha do Apocalipse: da queda dos anjos ao crepúsculo do mundo, livro da autoria de Eduardo Spohr, pensei que gastaria uma grana que poderia muito bem ser aproveitada para outros… Read More

Diabo Guardião: “todos nós temos alguns defeitos”

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Sou meio chegado numa literatura escrota. Sem choraminguelas e nem fifizações: personagens no buraco podre da vida, desesperançados, irônicos, narrados em suas desenvolturas pela mais pérfida e batráquia sarcasticidade (se é que essa… Read More

“Prefiro o céu pelo clima, o inferno pela boa literatura”

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A literatura vicia. Por isso é perigosa. Em todos os sentidos. Ela prende e faz pensar. E é egoísta, quer que nos debrucemos cada vez mais nela. Nos exaspera prendendo-nos a cada página, a cada livro. Pode ser poesia, pode ser prosa, pode não ser nada disto e tudo ao mesmo tempo agora. É lida ao ouvir, ouve-se sem ler e se lê com ouvidos atentos. É guerra, é paz, é areia, é mar. A literatura está no passado como está no futuro, mas nunca inteiramente está no presente porque ela avança em cada página e retrocede a cada lembrança. É sarcástica e podre como a crueza humana de Rubem Fonseca no conto “Placebo” no livro O Buraco na Parede ou é espiritual e profundamente engrandecedora como em Sidarta de Herman Hesse. Inspira-nos a pensar o mundo e o estar no mundo como em Todos os Homens são Mortais de Simone de Beauvoir ou o puro existencialismo em prosa em A Náusea de Jean Paul Sartre. A literatura é tudo isto e mais coisas. Escritores com gênero e sem gênero, humanos ou mutantes, terráqueos ou extra-terrestres. A tod@s a literatura suga para si, sem choro e nem lamento. Quem a conhece, não a esquece jamais, poderia dizer Chico Buarque, outro perdido nas entranhas literárias.

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