Leituras Prazerosas em Ficção Científica
Como diz a Lady Sybylla do Momentum Saga, é difícil uma classificação exata de onde começa e termina o que, comumente, chamamos ficção científica. Eu mesmo tenho uma dificuldade enorme de aderir às… Leia Mais
Como diz a Lady Sybylla do Momentum Saga, é difícil uma classificação exata de onde começa e termina o que, comumente, chamamos ficção científica. Eu mesmo tenho uma dificuldade enorme de aderir às… Leia Mais
As drogas estão por aí desde que a humanidade se deu conta de que existe neste planeta. As drogas não são únicas e muito menos possuem um único fim. Podem ser utilizadas para… Leia Mais
Tomando café e falando bobagem com o Trekker do Ao Sugo, chegamos a conclusão que seria interessante nessa altura de nossas vidas fazermos alguns “Top 5″ como o personagem “Rob” faz no excelente… Leia Mais
Sou fã de Philip K. Dick. Já escrevi outros posts – como Experenciando Metafísica na Literatura de Philip K. Dick: muito além de um caçador de andróides – para o Cabaré das Ideias e… Leia Mais
A literatura vicia. Por isso é perigosa. Em todos os sentidos. Ela prende e faz pensar. E é egoísta, quer que nos debrucemos cada vez mais nela. Nos exaspera prendendo-nos a cada página, a cada livro. Pode ser poesia, pode ser prosa, pode não ser nada disto e tudo ao mesmo tempo agora. É lida ao ouvir, ouve-se sem ler e se lê com ouvidos atentos. É guerra, é paz, é areia, é mar. A literatura está no passado como está no futuro, mas nunca inteiramente está no presente porque ela avança em cada página e retrocede a cada lembrança. É sarcástica e podre como a crueza humana de Rubem Fonseca no conto “Placebo” no livro O Buraco na Parede ou é espiritual e profundamente engrandecedora como em Sidarta de Herman Hesse. Inspira-nos a pensar o mundo e o estar no mundo como em Todos os Homens são Mortais de Simone de Beauvoir ou o puro existencialismo em prosa em A Náusea de Jean Paul Sartre. A literatura é tudo isto e mais coisas. Escritores com gênero e sem gênero, humanos ou mutantes, terráqueos ou extra-terrestres. A tod@s a literatura suga para si, sem choro e nem lamento. Quem a conhece, não a esquece jamais, poderia dizer Chico Buarque, outro perdido nas entranhas literárias.
Já escrevi um post no Ao Sugo que afirmo categoricamente que Duna de Frank Herbert, publicado nos idos de 1965 – vencedora dos prêmios Hugo e Nebula – é uma das cinco maiores obras literárias de ficção… Leia Mais
E outros lugares onde a canela bate e a poeira se acumula
transparência e dispersão de ideias
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Teologia, "café na meia-noite" e muita insônia e indisposição de madrugada.
Onde o misterioso e o fantástico se encontram!
Frio como uma despedida!
Cogito ergo fun (Ano II)
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